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O prazer de um café

Tomar um café na grande maioria das vezes é muito mais que tomar um café, é sentir prazer. Cada vez mais no Brasil essa sensação gostosa vem sendo aperfeiçoada, seja na escolha por um café de qualidade, seja na opção de juntar a família e os amigos para um bom café em casa ou em cafeterias que, cada vez mais, optam por criar ambientes agradáveis para degustar a bebida.

Juliana Chirello afirma que “o verdadeiro café deve ser tomado de preferência sentado, com calma, quase como um ritual”. Ela acrescenta: “um bom café exige contemplação e uma viagem prazerosa para se chegar a perceber as nuances de seus aromas e sabores”.

Mas, o que faz do café essa bebida que não pode faltar, que anima conversas, que ajuda a acordar, que alivia o cansaço, que mesmo em meio à correria desenfreada atual é irrecusável quando alguém diz: ‘espere, vamos tomar um cafezinho’?

Sentir o cheiro de café ‘acabado de passar’ é irresistível! Até mesmo aqueles que por alguma razão não o tomam, deixam-se embeber pelo aroma e clima de confraternização que o cheiro do café produz.

O café tornou-se tão mágico que até produtores não o veem como um negócio apenas. Marco Kermeester, dono de uma empresa de café afirma que “não é só uma questão de lucro, é um privilégio servir um café”.

Produzir, servir, tomar café é uma paixão. Degustar a bebida não representa apenas uma xícara de prazer, mas um estilo de vida, quase uma religião. É a bebida mais popular e que não sai de moda. Foi popularizada no séc. XV e XVI e o primeiro salão de café surgiu em Meca nessa mesma época.

Quer entender um pouco mais essa magia do café? Veja como foi descoberto.

Conta-se ainda que, certo dia de verão, um pastor ia pelo campo com o seu rebanho e tanto ele como os animais caminhavam indolentemente por estar um calor sufocante. De repente, a paisagem transformou-se e surgiu um vale cheio de arbustos muito verdes.

E sucedeu que o rebanho, para matar a fome e a sede, devorou avidamente aquela verdura. E grande foi o espanto do bom pastor quando, pouco tempo depois daquele repasto, viu os seus animais às cambalhotas e a correrem de um lado para o outro, cheios de energia.

Perante aquele estranho espetáculo a que jamais assistira, o pastor resolveu apanhar um punhado de grãos dos arbustos e foi contar a um velho mago o que acontecera. Então, o mago ferveu os grãos e obteve um líquido aromático que os dois homens beberam, sentindo logo uma agradável sensação de maior vivacidade. Tinham acabado de beber o saboroso CAFÉ.

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Arquidiocese

Fundada em 1958 e abrangendo 15 municípios do Estado do Espírito Santo conta com 73 paróquias. Desde 2004 D. Luiz Mancilha Vilela é o arcebispo da arquidiocese.

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