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NAMORO HOJE

Minha experiência de namoro foi uma coisa muito bonita. Conheci a minha namorada quando fazia o 2º grau e a gente tinha o modelo de hoje pela frente onde o casamento é quase um casamento e as recomendações dos nossos pais. A gente via muita coisa entre nossos amigos e não concordava, mas aí fomos chamados de ultrapassados, de querer ser diferente e alguns até diziam que a gente só queria mesmo obedecer a nossa Igreja, que no mundo de hoje o namoro é igual ao casamento. A gente sentiu muita pressão e conversamos muito, mas decidimos seguir o que a gente achava certo. Já estamos namorando há 4 anos, não moramos na mesma casa e não dormimos na casa um do outro. Respeitamos as nossas famílias e estamos pensando muito como será o nosso futuro quando casarmos.

Não queremos criticar ninguém e conhecemos muitos namorados que vivem juntos e se entendem muito bem, mas decidimos viver o nosso namoro do jeito que a gente aprendeu que é certo. Fazemos muitas coisas juntos, mas quando viajamos vamos com nossas famílias ou amigos e frequentamos um grupo de jovens que reflete sobre o que Deus quer para as famílias hoje e isso nos dá muita força e coragem.

Acho que o namoro deve ser do jeito que a pessoa acredita e um tempo para organizar a vida a dois. Essa coisa de moderno ou ultrapassado tem a ver com o que a pessoa quer para si e não com as normas que alguém diz.

O importante é estar feliz e de bem com o que faz parte da sua vida.

Não acho que tem um modelo para o namoro hoje, cada um namora do jeito que quer, isso é mais de cada pessoa que das leis, eu nunca faço só porque é lei, porque a Igreja diz ou porque minha mãe não gosta, mas eu respeito a ideia de cada um e faço como eu acho que tá certo.

Rodrigo Freitas Riva
Estudante universitário

 

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Arquidiocese

Fundada em 1958 e abrangendo 15 municípios do Estado do Espírito Santo conta com 73 paróquias. Desde 2004 D. Luiz Mancilha Vilela é o arcebispo da arquidiocese.

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