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Museu Solar Monjardim

Sua origem data dos primórdios da colonização da Capitania do Espírito Santo, no período em que os jesuítas possuíam uma grande fazenda na região.

Localizado no bairro de Jucutuquara, nos arrabaldes da cidade de Vitória, a sede da fazenda da tradicional família Monjardim foi reconstruída ainda no período colonial (século XVIII) como dote para o capitão-mor Francisco Pinto Homem de Azevedo.

Em 1816 a fazenda passou a pertencer a família Monjardim após o casamento de Ana Francisca, filha de Pinto Homem, com José Francisco de Andrade e Almeida Monjardim, o primeiro de uma série de descendentes a residir no Solar, inclusive o próprio Barão de Monjardim, filho do casal.

A fazenda era produtora de cana-de-açúcar, algodão, mamona, mandioca, cereais, hortifrutigranjeiros, além da produção de sal e gado.

Em outubro de 1940, a casa principal é reconhecida pelo IPHAN – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – como importante bem arquitetônico do Brasil e o Solar é tombado pelo governo federal.

Alguns anos depois, em 1952, é fundado o Museu Capixaba no local. E, em 1966, o Museu de Arte Sacra da Universidade Federal do Espírito Santo transfere sua coleção para o casarão passando a constituir um único grande acervo de bens móveis capixaba.

A partir de 1980 o agora denominado Museu Solar Monjardim reabre suas portas, depois de grande restauração, para o público interessado nas peças artísticas e históricas.

Atualmente o museu, pertencente ao Instituto Brasileiro de Museus – IBRAM, abre suas portas aos visitantes no horário de 09h às 16h30 (dias úteis) e 13h às 17h (fins de semana) e expõe mobiliário do período colonial capixaba e peças de arte sacra centenárias de grande interesse para os capixabas.

Diovani Favoreto
Historiadora

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Arquidiocese

Fundada em 1958 e abrangendo 15 municípios do Estado do Espírito Santo conta com 73 paróquias. Desde 2004 D. Luiz Mancilha Vilela é o arcebispo da arquidiocese.

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