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Literatura Capixaba

A literatura produzida por escritores nascidos no Espírito Santo e que tiveram as terras capixabas por inspiração está presente nas prateleiras de todas as bibliotecas.

Dentre esses o mais célebre dos capixabas – Rubem Braga – produziu crônicas literárias para entreter e instruir os amantes da língua portuguesa, com uma linguagem simples e acessível.

Entre as crônicas de Rubem, e de seu irmão Newton Braga, podemos visualizar paisagens e cenas do nosso cotidiano que retratam bem o território e o povo do Estado.

Mas, outros autores também se propuseram a descrever, em romances, essas peculiaridades.

Como é o caso de Graça Aranha que, em seu romance Canaã (1902), retratou a dura realidade dos descendentes de imigrantes alemães e as tragédias particulares de cada um. Os personagens, Milkau e Maria, vivem durante o período de desbravamento das montanhas capixabas e Graça Aranha pintou, com cores fortes, as perdas e sofrimentos desses pioneiros.

Mais uma escritora que retratou os imigrantes, mas dessa vez os italianos, foi Virginia Tamanini, em seu romance histórico Karina (1964), que narra a saga dos desbravadores do município de Santa Teresa.

Outro livro, cujo tema trata de conflitos, foi o romance Cotaxé (1999) escrito por Adilson Vilaça. O enredo trata da saga de Udelino de Matos e sua tentativa de criar (entre fazendeiros, jagunços, posseiros, grileiros e polícia) o estado brasileiro “União de Jeovah”, em Cotaxé, distrito de Ecoporanga.

Vale a leitura!

Diovani Favoreto

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Arquidiocese

Fundada em 1958 e abrangendo 15 municípios do Estado do Espírito Santo conta com 73 paróquias. Desde 2004 D. Luiz Mancilha Vilela é o arcebispo da arquidiocese.

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