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Jovens buscam mudar a realidade de crianças e adolescentes através do esporte

Jovens buscam mudar a realidade de crianças e adolescentes através do esporte

Eles só tinham duas bolas e quatro cones quando começaram com o projeto, mas a vontade de fazer o bem a crianças e adolescentes da Grande São Pedro não media tamanho. Hoje, o Projeto Social Nova Palestina, atende cerca de 100 meninos e meninas da região. Tendo como base o futsal, o projeto é desenvolvido voluntariamente por quatro professores de educação física e cinco colaboradores, sendo todos moradores da comunidade.

Ao perceberem que as crianças ficavam sem o que fazer na praça do bairro, Filipi Silva e mais dois amigos sentiram a necessidade de criar algo para entretelas. “Vivemos em uma região com alto índice de periculosidade. A nossa ideia é trazer as crianças para um caminho diferente. “Começamos com o projeto em um sábado e a partir daí passamos a acompanhá-las mais de perto. O futsal é a nossa ferramenta e através desse esporte, aconselhamos, temos contato também com os pais, oferecemos atividades educativas que buscam desenvolver o trabalho em equipe, falamos da importância da disciplina e do respeito ao adversário dentro e fora de campo”, contou Filipe.

É na quadra da EMEF Neusa Nunes Gonçalves, em Nova Palestina, que os treinos são realizados. Os atletas têm entre 7 e 17 anos e são divididos por categorias.

Lyncom Vieira de 13 anos tem o nome muito parecido com o de um atacante capixaba que hoje joga pelo Flamengo, mas o atleta do Nova Palestina atua como goleiro. Ele enxerga o projeto como uma oportunidade e os professores e colaboradores como amigos. “O projeto nos dá muitas oportunidades, os professores nos levam para participar de peneiras e é muito legal. A relação que eles têm comigo é de amizade e respeito”, disse o menino.

Em dezembro do ano passado, os atletas foram contemplados com materiais esportivos e uniformes de treino, pelo projeto do Governo “Campeões do Futuro”, mas esse benefício foi conquistado por mérito próprio da equipe de Nova Palestina. Fora isso, todas as despesas são divididas entre os professores e colaboradores.

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ONG Sorrisalhaços-ES espalha alegria pela Grande Vitória

Para o grupo de voluntários da ONG “Sorrisalhaços-Es”, sorrir é o melhor remédio. Através da linguagem do palhaço, eles levam alegria a hospitais, orfanatos, asilos e escolas da Grande Vitória.

Além das visitas, eles dão palestras nas escolas, fazem ações no trânsito, a fim de arrecadar dinheiro para ajudar instituições, e promovem mensalmente a campanha “Palhaço Sangue Bom”, que é uma iniciativa de conscientização para a doação de sangue.

O Sorrisalhaços-Es iniciou com 15 pessoas e hoje cerca de 90 voluntários integram o grupo. Antes de começar as atuações, eles passam por uma oficina, que dura em torno de dois a três meses.

O Presidente da ONG, Aucleir Amorim, conta que eles acabam ganhando mais do que oferecem “Sorrisalhaços para mim se tornou uma filosofia de vida e com isso aprendo que a minha dor nunca vai ser maior do que a do outro e que devemos ter empatia. Nós aprendemos muito, fazemos papel de ouvintes e recebemos mais do que damos”, afirma.

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Horta Paraíso: espaço de conscientização e educação ambiental

Fornecer informações necessárias para o cultivo de plantações, aproximar-se da produção de alimentos saudáveis e sem veneno, trabalhar a agroecologia e a educação ambiental, são alguns dos objetivos da Horta Paraíso.

A partir da luta de moradores, a horta ganhou o seu lugar, dentro do Parque Municipal Pianista Manolo Cabral, que fica em Vitória, entre os bairros Barro Vermelho e Praia do Canto.

A manutenção da horta é dos guardiões, um grupo de 10 pessoas que se revezam nesta tarefa. Todos os finais de semana, acontecem os mutirões, quando todos se reúnem para colher as hortaliças e ervas medicinais. Os moradores dos bairros adjacentes são bem-vindos e para participarem basta o comprometimento nos cuidados da horta. O trabalho desenvolvido vem transformando lugares e pessoas no meio urbano, só na Capital do Espirito Santo, já existem seis hortas desse tipo e elas são modelos de inspiração para outras regiões.

 

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Arquidiocese

Fundada em 1958 e abrangendo 15 municípios do Estado do Espírito Santo conta com 73 paróquias. Desde 2004 D. Luiz Mancilha Vilela é o arcebispo da arquidiocese.

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