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Inezita Barroso

A música caipira perdeu um de seus maiores ícones no pais. No último dia 8 de março, morreu aos 90 anos a grande dama da moda de viola, Inezita Barroso. Por mais de 30 anos apresentou o programa “Viola Minha Viola” da TV Cultura. Vamos relembrar algumas frases marcantes desta apaixonada da música de raíz.

Quando eu tinha 10 anos, montei uma biblioteca na garagem da minha casa. Era ótima, só com histórias infantis como Monteiro Lobato e outros grandes autores da época. Vinham todas as crianças para ler livros. Não tinha computador, vídeo game e nossa diversão era ler. A gente adorava. Eu encapei todos os livros, recebi doações e comecei minha biblioteca particular. Quando cresci, fui estudar biblioteconomia.

Em entrevista ao programa infantil “Cocoricó”,
da TV Cultura, em 2012

Eu cantava todos os gêneros porque estudei música, mas resolvi partir para a música caipira. Era discriminada, era horrível. Imagina uma menina cantando com viola. Eu era, inclusive, discriminada pelos caipiras. Diziam que viola não era para mulher.

Em entrevista ao “Todo Seu”, em 2010

Eu não tenho computador e nem quero. Tenho celular, mas só sei receber e fazer ligação. Não sei mais nada. Essas coisas [tecnologia] me irritam muito. Engraçado isso. Prefiro ir pessoalmente perguntar para as pessoas.

Em entrevista ao programa “Vitrine”, da TV Cultura, em 2010

“O caipira é ligado à tradição, à raiz, ao amor a terra, a qualquer coisa que ele tem dentro e tem necessidade de exprimir.

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Arquidiocese

Fundada em 1958 e abrangendo 15 municípios do Estado do Espírito Santo conta com 73 paróquias. Desde 2004 D. Luiz Mancilha Vilela é o arcebispo da arquidiocese.

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