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A dignidade e a vocação da mulher

A mulher não pode tender à apropriação das características masculinas, contra a sua própria “originalidade” feminina.

Trechos da Carta Apostólica de João Paulo II ‘Mulieris Dignitatem’

 

A dignidade e a vocação da mulher“(…) A presença especial da Mãe de Deus no mistério da Igreja nos consente pensar no vínculo excepcional entre esta “mulher” e toda a família humana.”

Nos nossos dias a questão dos “direitos da mulher” tem adquirido um novo significado no amplo contexto dos direitos da pessoa humana. (…) A mulher – em nome da libertação do “domínio” do homem – não pode tender à apropriação das características masculinas, contra a sua própria “originalidade” feminina.

Em todo o ensinamento de Jesus, como também no seu comportamento, não se encontra nada que denote a discriminação, própria do seu tempo, da mulher. Ao contrário, as suas palavras e as suas obras exprimem sempre o respeito e a honra devidos à mulher.

O testemunho e as obras de mulheres cristãs tiveram um influxo significativo na vida da Igreja, como também na da sociedade. Mesmo diante de graves discriminações sociais, as mulheres santas agiram de “modo livre”, fortalecidas pela sua união com Cristo.

Quando dizemos que a mulher é aquela que recebe amor para, por sua vez, amar, não entendemos só ou antes de tudo a relação esponsal específica do matrimônio. Entendemos algo mais universal, fundado no próprio fato de ser mulher no conjunto das relações interpessoais, que nas formas mais diversas estruturam a convivência e a colaboração entre as pessoas, homens e mulheres.

 A mulher representa um valor particular como pessoa humana e, ao mesmo tempo, como pessoa concreta, pelo fato da sua feminilidade. Isto se refere a todas as mulheres e a cada uma delas, independentemente do contexto cultural em que cada uma se encontra e das suas características espirituais, psíquicas e corporais, como, por exemplo, a idade, a instrução, a saúde, o trabalho, o fato de estar casada ou solteira.”

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Fundada em 1958 e abrangendo 15 municípios do Estado do Espírito Santo conta com 73 paróquias. Desde 2004 D. Luiz Mancilha Vilela é o arcebispo da arquidiocese.

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