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Tuíte do Papa no dia Internacional da Juventude: “A educação com horizontes abertos à transcendência ajuda os jovens a sonhar e a construir um mundo mais bonito”

Nesta segunda-feira (12 de agosto) é celebrado o Dia Internacional da Juventude, e a criação da data -  uma iniciativa da Organização das Nações Unidas (ONU), em 1999, durante a Conferência Mundial dos Ministros Responsáveis pelos Jovens, em Lisboa, Portugal – teve como principal objetivo focar na educação e conscientização dos jovens sobre a responsabilidade que assumem como representantes do futuro do planeta.

Através do tuíte: “A educação com horizontes abertos à transcendência ajuda os jovens a sonhar e a construir um mundo mais bonito. #IYD2019”, o Papa Francisco recordou a data, que este ano traz como tema “transformando a educação”, inspirado no Objetivo número 4 da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável: “garantir uma educação de qualidade inclusiva e equitativa e promover oportunidades de aprendizagem no decorrer da vida para todos”.

O tuíte ressalta a abertura à transcendência como elemento fundamental na educação. Em seus inúmeros pronunciamentos sobre o tema, o Papa destaca também a importância do “acolhimento da diversidade” e que as diferenças devem ser consideradas como “desafios, mas desafios positivos, não problemas”. O desafio educativo, segundo Bergoglio, está ligado “ao desafio antropológico”.

Outro tema presente nos pilares educativos do Papa é “a inquietação entendida como motor de educação”. Por isso “o apelo aos educadores para que sejam audaciosos e criativos” e para que nunca se tornem “funcionários fundamentalistas ligados à rigidez de planificações”. Enfim, para Francisco “a educação não é uma técnica, mas uma fecundidade generativa”, “a educação é um fato familiar que implica a relação entre as gerações e a narração de uma experiência”.

Crise de aprendizado

Existem no mundo atualmente, um bilhão e 800 mil jovens entre 10 e 24 anos,  a maior população juvenil da história. Todavia, mais da metade das crianças entre 6 e 14 anos não sabem ler nem tem conhecimento básico de matemática, embora a maioria frequente a escola.

Em mensagem para a data, o secretário-geral da ONU, António Guterres, alerta para a crise de aprendizado nas escolas, onde meninos e meninas nem sempre recebem o apoio necessário para desenvolver pensamento crítico e aprimorar competências tecnológicas.

* Com informações do Portal Vatican News

 

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