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Oração, escuta e caminhar juntos com o povo da Amazônia

O Sínodo Pan-Amazônia teve seu início ontem em meio a algumas manifestações contrárias e muito apoio. O Papa acentuou dois aspectos na abertura: pediu oração e abertura à ação do Espírito Santo. Sem responder diretamente às manifestações, o Papa disse que a Amazônia precisa de “fogo da missão, fogo do amor de Deus” e não de “fogo ateado por interesses que destroem”, que não é fogo de Deus. “O fogo de Deus atrai e congrega na unidade. Alimenta-se com a partilha, não com os lucros”.

Para dom Walmor Oliveira de Azevedo, presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, CNBB, o Papa já sinalizou logo na abertura do Sínodo o que é mais importante “a oração, escuta de Deus, a escuta uns dos outros porque é assim que sempre se faz na Igreja”.

A escuta sinodal teve seu início e longe das polêmicas e divergências o fato é que a região amazônica precisa de atenção e cuidados. Os povos da Amazônia sofrem “carregan cruzes pesadas e a Igreja precisa caminhar junto com prudência, mas não com medo ou indecisão”, disse o Papa. “Reacender o dom no fogo do Espírito é o oposto de deixar as coisas correrem sem se fazer nada”.

 

 

 

 

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