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Minha família é um santuário, repetiram os romeiros na Prainha

Depois de 14 km de caminhada, percurso que juntamente com outros grupos que saíram de diversas comunidades, reuniu muito mais de 500 mil pessoas (ao certo a Polícia Militar não conseguiu calcular), a multidão concentrou-se na Prainha e silenciou.

Dom Luiz Mancilha Vilela, Arcebispo de Vitória, convidou, logo no início da celebração, a um momento de silêncio para conversar com a Mãe. Logo depois pediu, de novo, silêncio para reconhecimento dos pecados e foi esse clima que reinou até afim da cerimônia. Momentos de silêncio, de oração, de louvor e de profunda experiência de fé. 

A imagem de Nossa Senhora da Penha, que saíu da Catedral junto com os romeiros, foi introduzida no lugar de destaque a ela reservado entre aplausos, mãos estendidas e cantos. 

Na homilia, o Arcebispo falou de duas famílias: a comunidade de fé e a família de sangue. “Assim como as primeiras comunidades a nossa precisa ser uma comunidade profética, modelo para todos nós”, disse Dom Luiz. “Como o engenheiro projeta uma casa para construir, pensando em portas, janelas e tudo que precisa, assim deve ser nossa família, como a construção de um santuário”, acrescentou. 

Reconhecendo o cansaço de quem veio de muito longe e a pé, o Arcebispo pediu para que todos repetissem: “a minha família é um santuário”, frase que ecoou pela Prainha e certamente tocou o coração dos romeiros peregrinos. 

Dom Rubens Sevilha e Dom Joaquim Wladimir fizeram o percurso a pé e conclelebraram com Dom Luiz, os padres franciscanos e alguns padres presentes.

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