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Corações e mãos estendidos é a religião do coração na prática da vida

Coroinhas e cerimoniários participaram hoje de uma catequese sobre suas funções e a consequência delas na vida familiar e social. Dom Sevilha, bispo de Bauru  SP esteve presente e os incentivou no serviço que prestam à Igreja e os convidou a sentirem orgulho pela opção que fizeram. Durante a missa no final do dia novos coroinhas e cerimoniários se comprometeram a prestar esse serviço e tiveram suas vestes (vermelha para os coroinhas, cor que simboliza o sangue dos mártires e branca para os cerimoniários, cor que simboliza a pureza) abençoadas por Dom Sevilha e se revestiram na Praça da Catedral.

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Entre a catequese e a missa houve um momento de adoração do Santíssimo Sacramento dentro da catedral, presidida por padre Jorge Campos, reitor do Seminário e Vigário Geral da Arquidiocese. Já na Praça aconteceu o ato devocional a Nossa Senhora, ato que se repetirá todos os dias. No início da celebração Eucarística, Dom Luiz Mancilha, Arcebispo de Vitória acolheu e agradeceu Dom Sevilha, Dom Arêas Rifan e Dom Geraldo Lyrio Rocha que se fizeram presentes.

Dom Rifan, a pedido de Dom Sevilha proferiu a homilia, e acentuou o significado do lema: corações e mãos estendidos. “Religião do coração, mas também do lavar os pés: corações e mãos estendidos significa a religião do coração na prática da vida. A minha caridade tem que brotar do meu coração. Lavar os pés e fazer pequenos favores. Servir é ministrare em latim e aquele que ministra é o ministro, aquele que serve”, foram algumas das expressões usadas pelo Bispo para ajudar os fiéis na permanecerem no clima que a semana se propõe.

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Durante toda a tarde adultos, crianças e adolescentes visitaram a exposição que conta a história da Igreja no Espírito Santo e interagiram com a tecnologia e os personagens. Dois momentos foram percebidos pelos monitores; o primeiro quando um senhor tentava contar a história de São José de Anchieta para uma criança e mencionou que ele era tão amigo de Deus que chegava a levitar quando orava. A criança então queria aprender a levitar ali diante de São José de Anchieta. O segundo quando uma menina ao deparar-se com a figura de São José de Anchieta disse oi e nessa hora o personagem iniciou o cumprimento ao público, ficando a criança com a sensação que ele lhe respondera.

A programação continua até o próximo sábado, dia 8 encerrando com a Festa da Padroeira, Nossa Senhora da Vitória.

A exposição da história da Igreja fica aberta todos os dias a partir das 14h e até ao término das atividades.

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