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24° Grito dos Excluídos será na Grande Terra Vermelha

No dia 07 de setembro acontece o 24° Grito dos Excluídos, que este ano tem como tema “Desigualdade gera violência”, e como lema “Basta de Privilégios”. O tema está em sintonia com a Campanha da Fraternidade deste anos “Fraternidade e Superação da Violência”, e será realizado na Grande Terra Vermelha, Vila Velha.

O Grito começou em setembro de 1995, com o objetivo de aprofundar o tema da Campanha da Fraternidade do mesmo ano, que tinha como lema “Eras tu, Senhor”, e responder aos desafios levantados na 2ª Semana Social Brasileira, cujo tema era “Brasil, alternativas e protagonistas”. Em 1999 o Grito rompeu fronteiras e estendeu-se para as Américas.

O evento é uma manifestação popular carregada de simbolismo, é um espaço de animação e profecia, sempre aberto a pessoas, grupos, entidades, igrejas e movimentos sociais comprometidos com as causas dos excluídos.

Padre Kelder Brandão Figueira, pároco da Paróquia Santa Teresa Calcutá  lembra que o Grito dos Excluídos enfrentou muitos desafios, mas afirma que hoje o Grito está mais forte. Ele faz um convite para que todos participem deste momento de reflexão e também de luta.

“Faço um convite para que todos venham juntar-se a nós, soltar o seu “Grito” para que haja Justiça e igualdade em nosso país”, disse.

Cartaz

O cartaz do 24º Grito dos Excluídos é de autoria de Nivalmir Santana, Artista plástico formado pela Belas Artes de São Paulo e Unesp. Nivalmir trabalha há mais de 28 anos com arte sacra em igrejas espalhadas por todo o Brasil. Ele conta que a imagem retrata a união dos marginalizados e do povo sofrido que luta por vida mais digna. Esse povo unido caminha para o sol, que ilumina todas as classes. O sol para o qual esse povo se volta é Cristo, que pela Pascoa dissipa todas as trevas e clareia todas as coisas.

“A força da MULHER como figura principal, como geradora da vida, que une as forças e luta com o povo sofrido, especialmente na atual conjuntura que vive o povo brasileiro. A arte pretende trazer esperança, não se prende nas mazelas sociais e injustiças, mas olha para o bem comum, amplia o olhar para ver de outra forma e anima os caminhantes nessa árdua e gratificante tarefa de construir o reino de Deus, começando aqui e agora”, afirma.

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