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Revista Vitória - Agosto 2017

O tamanho das ‘coisas’

“Que a importância de uma coisa não se mede com fita métrica, nem com balanças, nem com barômetros, etc… Que a importância de uma coisa há que ser medida pelo encantamento que a coisa produza em nós”. Se fôssemos escrever o mesmo ‘verso’ por outro viés, poderia ser assim: o encantamento que a coisa produz em nós pode atribuir a ela, tamanhos, pesos e temperaturas imensuráveis. É um pouco disso que tratam algumas editorias desta edição: o tamanho que gestos e ações simples e pequenas podem tomar quando afetam, de fato, as vidas que atingem.

Pequenas ações carregam comunidades rumo à autotransformação. Pequenos gestos encantam clientes e dão sabor especial a comidas preferidas. Pequenas ações (ou a falta delas) deixam tristeza e desalento em quem se sente abandonado ou ignorado. Pequenos gestos promovem mudanças de comportamentos e de modos de viver. Enfim, obrigada Manoel Barros por essa forma poética de medir o tamanho das coisas: “… uma coisa há que ser medida pelo encantamento que a coisa produza em nós”!

Boa leitura!

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