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MUSEU DO TELEFONE: UMA VIAGEM NA EVOLUÇÃO DAS TELECOMUNICAÇÕES

A porta de entrada que dá acesso ao Museu do Telefone, localizado na rua Dionísio Rosendo, no Centro de Vitória, é quase imperceptível, mas ela leva a uma viagem no tempo capaz de encantar muita gente.

O encantamento pode ser tanto pelas lembranças que os aparelhos de telefones – alguns nem tão antigos assim – despertam na nossa memória, quanto pelo fato de muitos, em especial a geração mais jovem, sequer ter ideia de como esses aparelhos eram usados.

Fazer uma ligação acionando uma manivela para contactar a telefonista que completava a ligação ou realizar uma chamada rodando um disco com números, é quase inimaginável para a geração que hoje se comunica em questão de segundos com qualquer parte do mundo, apenas usando a ponta dos dedos.

O museu tem um acervo de mais de 400 peças e as visitas são agendadas e guiadas pelo comerciante Eugênio Martini, que montou o museu e é proprietário de uma loja de consertos, compra e venda de telefones bem próxima do local. Quem também atende os grupos é o estudante Mário Martini, filho de Eugênio, que assim como o comerciante, com muita simpatia, sabe explicar a origem, a história e as curiosidades de cada peça do museu.

Uma das peças curiosas do acervo é o primeiro aparelho celular que chegou ao Brasil. O tamanho do aparelho chama atenção e a lembrança da maneira nada discreta como era utilizado pelas pessoas, ainda hoje é motivo de piada entre os que vivenciaram a época.

Também é possível conhecer modelos de aparelhos que foram sucesso no país, como o modelo italiano conhecido como Grillo e o telefone sueco Ericofon, conhecido como JK, uma espécie de homenagem ao ex-presidente Juscelino Kubitschek, ou ainda aparelhos que eram usados nos campos de batalha durante as duas grandes Guerras Mundiais.

Para conhecer, ligue: 98134-4222 e agende sua visita.

Andressa Mian
Jornalista

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Arquidiocese

Fundada em 1958 e abrangendo 15 municípios do Estado do Espírito Santo conta com 73 paróquias. Desde 2004 D. Luiz Mancilha Vilela é o arcebispo da arquidiocese.

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