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“Eu posso me vestir do jeito que eu quiser”

“Eu posso me vestir do jeito que eu quiser”

Frase repetida por conta do assédio a mulheres

Fui convidada para escrever um breve texto sobre “eu posso me vestir do jeito que eu quiser”. No primeiro momento pensei o que escrever sobre isto? Logo eu que não sou muito ligada à moda e não me preocupo muito com isto. Mas, refletindo sobre o assunto, me veio à seguinte questão: o modo de se vestir traduz de certa forma a personalidade da pessoa: introspectiva, bem humorada, agitada, calma, rebelde.

A personalidade de cada pessoa se reflete na vida, inclusive no modo de se vestir. Se a pessoa usa tons vibrantes com combinações diferentes se revela uma pessoa ousada; se usa tons neutros se revela uma pessoa mais reservada, tímida, apenas citando estes dois exemplos.

Outra questão importante! As roupas revelam as causas sociais que defendemos. Não adianta ser um militante de questões ambientais, por exemplo, e usar roupas de fábrica que não tem como princípio o respeito e a preservação do meio ambiente.

E, ainda, a pessoa revela seu lado profissional conforme a roupa que veste: seja nas áreas da saúde, jurídica, militar, religiosa, etc…

Podemos concluir que nos vestimos conforme a nossa necessidade, de acordo com a realidade que estamos inseridos e as exigências do ambiente que frequentamos.

Podemos nos vestir do jeito que quisermos, mas sempre com bom senso sem ferir a nossa personalidade.

Não podemos nos esquecer de que o modo de se vestir e personalidade andam juntas.

Nós podemos ser elegantes, sem perder a simplicidade.

Ana Rita Esgário
Assistente Social e ex-senadora

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Arquidiocese

Fundada em 1958 e abrangendo 15 municípios do Estado do Espírito Santo conta com 73 paróquias. Desde 2004 D. Luiz Mancilha Vilela é o arcebispo da arquidiocese.

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