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De quem é o papel de formação política?

RELIGIÃO
Irmã Maria Fontes, fsp
Teóloga, Mestra em Missiologia

Como adequar o método do Ritual de Iniciação Cristã de Adultos para a catequese com crianças?

O Ritual de Iniciação Cristã de Adultos, o conhecido: RICA, é uma proposta metodológica de catequese para toda Igreja. Seu objetivo é orientar o caminho do seguimento de Jesus Cristo, tendo como fundamento teológico o Mistério Pascal. O ponto de partida é a pessoa de Jesus e a Palavra de referência, o evento de Emaús: (Lc 24,13-35).

Adequar um método originariamente aplicado ao catecumenato de adultos, em tempos remotos da nossa história, entre os séculos I a III da era cristã, é um feliz resgate das raízes da fé cristã; também um desafio que requer humildade, conhecimento e pedagogia pastoral.
O Diretório Nacional de Catequese propõe um caminho de crescimento progressivo e deixa claro que a inspiração catecumenal se adapta a qualquer processo catequético. Os elementos do catecumenato de adultos devem ser fontes de inspiração para toda catequese também com crianças. A iniciação cristã tem uma única finalidade para catecúmenos e catequizandos: levar a plena maturidade em Cristo, experiência essa para qualquer idade.

A catequese é um serviço. Esse serviço tem a missão de adaptar a iniciação cristã, aos ensinamentos da religião para diferentes interlocutores. A Palavra de Deus ouvida e meditada nos encontros de catequese, oferece critérios de discernimento tanto para catequistas como para os catequizandos e alcança sua dimensão mistagógica nas celebrações litúrgicas na comunidade eclesial. Todos: adulto, adolescentes e crianças fazem o mesmo caminho processo, conforme a realidade de cada pessoa, em circunstâncias diversas. A metodologia da catequese renovada é apresentada no RICA, livro de referência para toda catequese e liturgia. É aconselhável que as/os catequistas sejam informados, conheçam os conteúdos catequéticos para sua própria formação e melhor desempenho nos encontros com seus catequizandos e catecúmenos. Uma boa bibliografia que ajude esse contexto, é indispensável.

É do perfil do catequista e catequizando, manter uma atitude acolhedora e fraterna, que torne o ambiente de catequese alegre, lúdico e cativante. Adequar é mais do que um método, é sabedoria, e afetuoso respeito ao diferente.

SAÚDE
Gustavo Genelú
Geriatra

O que fazer para se ter uma boa memória?
O principal órgão responsável pela memória é o cérebro, pois é nele que são armazenadas as informações. Então, de maneira bem simples, se nós cuidarmos bem dele, teremos mais chance de envelhecermos com uma boa memória.

Em primeiro lugar não existe fórmula mágica, vacina ou medicamento específico capaz de preservá-la. Devemos fazer consultas regulares ao médico para que sejam feitas as prevenções necessárias e o tratamento precoce das principais doenças que acometem o cérebro: a hipertensão arterial, o diabetes e a dislipidemia.

Devemos nos manter ativos socialmente, com relações que nos tragam prazer e bem estar, além da prática da leitura e jogos como cartas, palavras cruzadas, entre outros.

E por último, talvez o mais importante segundo os estudos científicos, a atividade física regular é a forma mais eficaz de preservar a memória.

Então, vamos nos mexer!!

SOCIEDADE 
Pe. Juliano Ribeiro Almeida
Presbítero da diocese de Cachoeiro de Itapemirim

De quem é o papel de formação política?
O Compêndio da Doutrina Social da Igreja fala de dois níveis de formação política dos fiéis leigos: “O primeiro nível [...] deve torná-los capazes de enfrentar eficazmente as tarefas cotidianas nos âmbitos culturais, sociais, econômicos e políticos, desenvolvendo neles o sentido de dever praticado ao serviço do bem comum. Um segundo nível diz respeito à formação da consciência política para preparar os cristãos leigos para o exercício do poder político” (n. 531). Embora não mencionando diretamente quem são os responsáveis por esta formação, o magistério da Igreja distingue aqui a formação política que deve ser dirigida a todos os cristãos enquanto são também cidadãos, do segundo tipo, que cabe especialmente aos leigos vocacionados à política partidária, que não devem ser abandonados pela Igreja quando se apresentam como candidatos, mas sim acompanhados por ela.

A educação para a política é obrigação de todos envolvidos na formação da pessoa: a escola, a família, a Igreja, as ONG’s, os movimentos sociais, os sindicatos e partidos. Uma eficaz formação política é aquela não apenas em períodos eleitorais, mas sistemática e continuada; e deve contemplar um estudo sobre a Constituição cidadã, o funcionamento das instituições democráticas, ética e noções básicas de sociologia e economia.

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Arquidiocese

Fundada em 1958 e abrangendo 15 municípios do Estado do Espírito Santo conta com 73 paróquias. Desde 2004 D. Luiz Mancilha Vilela é o arcebispo da arquidiocese.

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