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Cremar ou enterrar os mortos?

ECONOMIA
Renata Braga
Analista do Sebrae ES

O que é MEI e o que é preciso fazer para ser um MEI?
O Microempreendedor Individual (MEI) é a pessoa que trabalha por conta própria e se legaliza como empresário. Quando o empreendedor formaliza sua empresa pelo MEI, ele paga um valor mensal de no máximo R$ 53,00 e passa a contar com inúmeros benefícios como CNPJ, auxílio maternidade e doença, e emissão de nota fiscal, por exemplo.
O empreendedor interessado em se formalizar como Microempreendedor Individual pode fazer o cadastro no site do Portal do Empreendedor ou procurar o Sebrae ES para receber auxílio gratuito além de orientações importantes sobre como se planejar e prosperar no mercado. Vale lembrar que o MEI deve faturar no máximo até R$ 60 mil por ano e pode ter um funcionário com carteira assinada.”

EDUCAÇÃO
Penha Peterli
Neuropsicopedagoga e terapeuta familiar

O que são dificuldades de aprendizagem?
Dificuldades de aprendizagens ou transtornos de aprendizagem referem-se às situações difíceis, vivenciadas por pessoas com um desvio do quadro normal que compromete O APRENDER efetivamente. As desordens podem afetar as funções executivas do cérebro em receber informações e os sintomas são referentes a problemas de atenção, concentração, ansiedade agitação, interação social, medos, isolamentos, e podem estar relacionados a questões pedagógicas, conflitos pessoais e relacional familiar.
Alguns exemplos são a dislexia, disgrafia, discauculia, disortografia, TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção), hiperatividade, autismo, fobia social, síndrome de pânico e muitos outros.
O papel da escola é fundamental para perceber e encaminhar o aluno a um Neuropsicopedago que fará uma avaliação e diagnóstico com as intervenções devidas a cada caso. É importante lembrar que quanto mais cedo forem detectadas as causas, e trabalhadas de uma forma sistêmica envolvendo a família escola e profissional, melhor será a evolução da criança.

RELIGIÃO
Pe. Marcelo Margon
Pároco da Paróquia São Pedro, Vila Rubim

Por que rezar a missa de sétimo dia?
Na realidade brasileira, reza-se a missa de sétimo dia por uma questão histórica devido a extensão territorial. Os parentes que não podiam chegar a tempo para velar o morto vinham depois de alguns dias. Assim, a missa de sétimo dia permitia que o parente distante pudesse estar com a família e rezar pelo defunto.
Na tradição bíblica, o livro do Gênesis faz referência ao luto pelos mortos e também alusão ao dia que o Senhor descansou após a criação.
Quando se celebra a missa de sétimo dia significa que fazemos parte do Corpo de Cristo. O Catecismo da Igreja Católica, baseado na Tradição e na Bíblia, ensina a comunhão com os defuntos. “porque é um pensamento santo e salutar rezar pelos mortos, para que sejam livres de seus pecados” (2 Mac 12, 46). A nossa oração por eles pode não só os ajudar, mas também tornar mais eficaz a sua intercessão em nosso favor.

Cremar ou enterrar os mortos?

Em outubro de 2016 a Congregação para a Doutrina da Fé publicou orientações sobre o assunto. Dois aspectos são esclarecedores: o primeiro sobre a cremação ou sepultamento e o segundo sobre as cinzas.

1º “A Igreja recomenda vivamente que se conserve o piedoso costume de sepultar os corpos dos defuntos; mas não proíbe a cremação, a não ser que tenha sido preferida por razões contrárias à doutrina cristã”. No mesmo documento diz ainda: “Seguindo a antiga tradição cristã, a Igreja recomenda insistentemente que os corpos dos defuntos sejam sepultados no cemitério ou num lugar sagrado. Ao lembrar a morte, sepultura e ressurreição do Senhor, mistério à luz do qual se manifesta o sentido cristão da morte, a inumação é a forma mais idônea para exprimir a fé e a esperança na ressurreição corporal”.
2º Conservação as cinzas
“Quaisquer que sejam as motivações legítimas que levaram à escolha da cremação do cadáver, as cinzas do defunto devem ser conservadas, por norma, num lugar sagrado, isto é, no cemitério ou, se for o caso, numa igreja ou num lugar especialmente dedicado a esse fim determinado pela autoridade eclesiástica”.

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Arquidiocese

Fundada em 1958 e abrangendo 15 municípios do Estado do Espírito Santo conta com 73 paróquias. Desde 2004 D. Luiz Mancilha Vilela é o arcebispo da arquidiocese.

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