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Neste 21 de junho, a Igreja celebra a memória de São Luís Gonzaga, patrono da juventude e modelo de pureza, entrega e fidelidade ao

Neste 21 de junho, a Igreja celebra a memória de São Luís Gonzaga, patrono da juventude e modelo de pureza, entrega e fidelidade ao chamado de Deus. A data também é marcada pelo Dia do Seminarista, ocasião especial para agradecer ao Senhor pelo dom das vocações e rezar por todos aqueles que, no seminário, se dedicam ao discernimento e à formação para o ministério sacerdotal.

Inspirados pelo testemunho de São Luís Gonzaga, jovem que renunciou aos privilégios do mundo para seguir a Cristo com generosidade e coragem, voltamos nosso olhar para a missão dos seminaristas, que diariamente procuram configurar suas vidas ao coração do Bom Pastor. Neste dia de ação de graças e oração, compartilhamos uma reflexão sobre a beleza da vocação sacerdotal, o valor da formação no seminário e a importância de cultivar um “sim” fiel ao chamado de Deus. Confira a seguir:

QUANDO O CORAÇÃO ESCOLHE O INFINITO

O caminho do seminário é, em sua essência, uma travessia sagrada, um deserto florescente onde a alma, seduzida pelo olhar de Cristo, decide despir-se das certezas efêmeras do mundo para vestir-se da eternidade. É um tempo de unir-se ao Mistério, um período de amadurecimento espiritual onde o jovem, atraído pelo chamado que ecoa nas profundezas do seu ser, compreende que a sua vida não lhe pertence mais, mas é um dom a ser devolvido ao Doador. Ao contemplarmos a figura de São Luís Gonzaga, vislumbramos o ícone dessa entrega absoluta e desarmada: um jovem que, em meio ao fausto, às honras e às promessas de uma corte que tudo oferecia, teve a audácia mística de preferir o Infinito. Sua vida não foi uma negação da beleza ou da juventude, mas uma elevação sublime do desejo; ele foi o homem que compreendeu, com uma clareza quase angélica, que o coração humano é um abismo infinito que apenas o Deus Amor é capaz de habitar e preencher.

Ser seminarista é, portanto, manter a alma em estado de vigília constante, como uma lâmpada que, alimentada pelo óleo da oração e pelo estudo diligente da verdade, não se permite extinguir diante das brumas e das incertezas da modernidade. É um processo contínuo de “transfiguração interior”, onde o homem, dia após dia, deixa-se esculpir pelo cinzel da Graça, tornando-se, pouco a pouco, um espelho límpido e transparente da caridade divina. São Luís Gonzaga nos ensina, com o testemunho de sua curta, porém intensa existência, que a santidade não é uma conquista reservada a heróis distantes ou a seres inalcançáveis, mas a resposta dócil e corajosa de quem se reconhece, com humildade, como um “Vaso de barro” nas mãos do oleiro. É a sabedoria de permitir que ele remova as arestas do egoísmo, que cure as feridas da humanidade e que modele a vontade até que ela se identifique perfeitamente com a vontade do Pai.

Neste dia, rendemos graças ao Senhor por cada vida que decide responder ao chamado com a audácia da juventude e profundidade. O seminário é o solo onde a vocação é provada, onde a inteligência se curva diante do Mistério e onde a vontade se fortalece na obediência amorosa. Que a jornada de cada seminarista seja, como foi a de Luís, um itinerário de amor que não busca o aplauso dos homens, mas o sorriso de Deus e a salvação das almas. Que a Virgem da Penha, a estrela da Evangelização e Mãe dos Sacerdotes, seja o refúgio seguro e o manto protetor onde cada vocação possa florescer, protegida das tempestades do tempo e nutrida pela brisa suave do Espírito Santo. Que o “sim” pronunciado, no silêncio da capela ou na vivência comunitária, seja o prelúdio de um eterno serviço, preparando homens que, tendo encontrado o tesouro escondido, dediquem toda a sua existência a reparti-lo com um mundo que, embora não saiba, clama incessantemente pela luz do Evangelho. Que, ao final da caminhada, cada seminarista possa dizer, com a mesma convicção de Gonzaga, que a única glória que buscou foi a de ser um instrumento dócil nas mãos daquele que é o Caminho, a Verdade e a Vida.

SÃO LUÍS GONZAGA: ROGAI POR NÓS!

A Arquidiocese de Vitória acolheu, neste sábado (20), o Encontro Vocacional do Regional Leste 3 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Realizado

A Arquidiocese de Vitória acolheu, neste sábado (20), o Encontro Vocacional do Regional Leste 3 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Realizado no Auditório da Casa Bom Pastor, no Centro de Vitória, o evento reuniu agentes da Pastoral Vocacional, religiosos, religiosas, seminaristas e leigos comprometidos com a promoção das vocações na Igreja.

A assessoria foi conduzida pelo Pe. Valmir da Costa, RCJ, religioso da Congregação dos Rogacionistas, que destacou a importância dos processos na pastoral vocacional e da construção de comunidades capazes de despertar e acompanhar vocações.

Em sua reflexão, o sacerdote ressaltou que a promoção vocacional exige perseverança, maturação e compromisso com processos que gerem frutos duradouros. “É necessário iniciar processos. Quem não acredita nos processos não gera frutos; as coisas não amadurecem e não acontecem”, afirmou.

Partindo do testemunho das primeiras comunidades cristãs descritas nos Atos dos Apóstolos, o assessor apresentou a comunidade como referência para a vivência vocacional. Segundo ele, a unidade, a fraternidade, a partilha, a alegria e a simplicidade são elementos fundamentais para a construção de ambientes que favoreçam o discernimento e a resposta ao chamado de Deus.

Pe. Valmir também recordou que, embora as primeiras comunidades sejam um ideal para a Igreja, elas também enfrentaram fragilidades e desafios. Por isso, destacou a necessidade de unir o ideal evangélico à realidade concreta das comunidades atuais, buscando aproximar a vivência cotidiana dos valores do Evangelho.

“As dioceses, as paróquias, os regionais, as comunidades religiosas e formativas são comunidades vocacionais. Onde estamos reunidos em torno de Jesus Cristo, ali deve se construir uma comunidade vocacional”, destacou.

O assessor ainda ressaltou a importância da consciência vocacional, que deve estar presente em todas as comunidades e estruturas eclesiais. Para ele, a formação, a reflexão e o planejamento pastoral são passos fundamentais para criar uma verdadeira cultura vocacional. “Se não mudamos a mentalidade, não mudamos a realidade. A formação é o primeiro passo para a construção dessa cultura”, afirmou.

O Regional Leste 3, que compreende as dioceses do Espírito Santo, tem investido no fortalecimento da Pastoral Vocacional como um dos caminhos para renovar a vida e a missão da Igreja, incentivando as comunidades a rezarem, promoverem e acompanharem as vocações em suas diversas expressões.

O Centro Nacional de Fé e Política Dom Helder Câmara (CEFEP) lançou oficialmente o subsídio “Eleições 2026: democracia, sinodalidade e bem comum”. O material

O Centro Nacional de Fé e Política Dom Helder Câmara (CEFEP) lançou oficialmente o subsídio “Eleições 2026: democracia, sinodalidade e bem comum”. O material propõe uma série de encontros de reflexão e oração destinados à preparação espiritual, ética e social do povo brasileiro para o próximo período eleitoral. O CEFEP é um organismo vinculado à Comissão Nacional Episcopal para o Laicato da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

O objetivo central do material é a formação de consciências críticas e cidadãs. O subsídio busca responder de maneira profética e pedagógica a um cenário nacional complexo, marcado por profundas desigualdades e crescentes polarizações ideológicas e religiosas, contribuindo diretamente para o amadurecimento ético e democrático do voto cristão.

Metodologia e itinerário formativo

A construção do subsídio propõe um itinerário formativo comunitário baseado na metodologia da “Conversa no Espírito”, herdada do processo global do Sínodo dos Bispos promovido pelo Papa Francisco.

Os grupos e comunidades são convidados a vivenciar o tradicional método pastoral Ver-Julgar-Agir por meio de quatro etapas centrais: Análise da Realidade: debate sobre as problemáticas locais e nacionais; Iluminação: reflexão guiada pela Palavra de Deus e pela Doutrina Social da Igreja; Discernimento Comunitário: diálogo pautado na sinodalidade; Compromissos Concretos: ações práticas no cotidiano político e social.

Eixos centrais e o combate à desinformação

Ao longo dos encontros, são abordados temas urgentes como a fragilidade da agenda socioambiental do país, os conflitos no campo, a preservação de biomas ameaçados (Amazônia, Cerrado e Pantanal) e o clamor das populações indígenas e empobrecidas.

Outro ponto de destaque no roteiro é a ética eleitoral e a defesa da verdade frente às infraestruturas digitais de mentiras. Com um capítulo inteiramente dedicado ao ecossistema digital, o material convida os cristãos a praticarem uma “regra de ouro” nas redes sociais: frear o compartilhamento emocional e checar sistematicamente as fontes antes de repassar qualquer conteúdo em aplicativos de mensagens.

Público e orientações práticas

O material é aberto a todas as pessoas de boa vontade e destina-se, especialmente, a Escolas de Fé e Política, Comunidades Eclesiais de Base (CEBs), pastorais sociais, grupos de jovens, pastoral familiar, movimentos eclesiais e paróquias em geral.

Para preservar o caráter estritamente reflexivo e comunitário dos encontros e garantir o cumprimento das regras eleitorais, o CEFEP solicita que não sejam distribuídos materiais de campanha durante as reuniões, bem como não se conceda qualquer tipo de privilégio ou palanque a participantes que venham a ser candidatos.

Distribuição pelas Edições CNBB

Produzido com rigor gráfico, editorial e dedicação pastoral, o subsídio é publicado oficialmente pelas Edições CNBB. A editora oficial da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil assumiu o compromisso de fazer com que o material chegue com agilidade e capilaridade a todas as dioceses, paróquias, livrarias católicas e comunidades do país.

O livreto pode ser adquirido diretamente pelo site oficial da editora: Edições CNBB

Contato para assessorias, partilhas e avaliações
[email protected] e whatsapp 61 98155-7198.

Fonte: publicado no site cnbb.org.br
Na tarde desta quarta-feira, 17 de junho, os seminaristas participaram de mais uma etapa da preparação para as Missões 2026, com a realização da

Na tarde desta quarta-feira, 17 de junho, os seminaristas participaram de mais uma etapa da preparação para as Missões 2026, com a realização da formação missionária sobre o tema “Contexto e a Realidade Sócio-Eclesial de Santa Maria de Jetibá”. O encontro foi conduzido pelo padre Jonatan Rocha do Nascimento, pároco da Paróquia Paróquia Nossa Senhora Rainha da Paz – Santa Maria de Jetibá, que apresentou aspectos históricos, culturais, sociais e pastorais do município que acolherá a experiência missionária do Seminário neste ano.

A formação teve como objetivo proporcionar aos futuros missionários uma compreensão mais ampla da realidade local, favorecendo uma presença evangelizadora mais próxima, consciente e comprometida com as necessidades e desafios encontrados nas comunidades. Conhecer a história, a cultura, as expressões de fé e a organização eclesial da região constitui um passo fundamental para que a ação missionária seja realizada em sintonia com a vida do povo e com a missão da Igreja.

A atividade também está em consonância com a proposta da Campanha Missionária 2026, promovida pelas Pontifícias Obras Missionárias em comunhão com a CNBB, que traz como tema “Um em Cristo, unidos na missão” e como lema “Para que o mundo creia” (Jo 17,21). A campanha recorda que toda a Igreja é chamada a viver a unidade e o testemunho missionário, fortalecendo os laços de comunhão e anunciando o Evangelho em todos os ambientes. [CNBB]

A missão ocupa um lugar central na vida da Igreja Católica, pois nasce do próprio mandato de Cristo de anunciar o Evangelho a todos os povos. Mais do que uma atividade pastoral, ela expressa a identidade missionária da Igreja, chamada a sair ao encontro das pessoas, especialmente daqueles que mais necessitam da presença, da escuta e da esperança cristã. Nesse sentido, a preparação missionária torna-se parte indispensável da formação dos futuros presbíteros, ajudando-os a desenvolver sensibilidade pastoral, capacidade de diálogo e profundo compromisso com a evangelização.

Ao aprofundarem o conhecimento sobre a realidade de Santa Maria de Jetibá, os seminaristas fortalecem sua preparação para viver uma missão que seja verdadeiramente encarnada na vida do povo, testemunhando a unidade da Igreja e respondendo ao chamado missionário que ecoa em toda a comunidade cristã: ser, cada vez mais, “Um em Cristo, unidos na missão”. [CNBB]

“Eu nunca te esquecerei” é o tema da mensagem do Papa para o VI Dia Mundial dos Avós e dos Idosos. Leão XIV exorta
“Eu nunca te esquecerei” é o tema da mensagem do Papa para o VI Dia Mundial dos Avós e dos Idosos. Leão XIV exorta a levar, com esta mensagem e presença, “a proximidade e o carinho do Papa”. “Fazei com que as palavras do profeta ‘Eu nunca te esquecerei’ assumam a forma de um encontro terno e afetuoso.” Convida os idosos a se unirem a ele “numa oração incessante para que a paz chegue em breve a todo o mundo”.

Foi divulgada, nesta segunda-feira (15/06), a mensagem do Papa Leão XIV para o VI Dia Mundial dos Avós e dos Idosos que será celebrado em 26 de julho próximo. “Eu nunca te esquecerei” é o tema da mensagem extraído do Livro do Profeta Isaías.

“Pela boca do Profeta Isaías, o Senhor promete que nunca se esquecerá de nenhum de nós. Assegura-nos que traz os nossos rostos gravados nas palmas das mãos e que o seu amor é maior do que o de uma mãe pelo seu filho.” Com estas palavras, o Papa inicia o texto, ressaltando que “o profeta permite-nos vislumbrar um diálogo íntimo e intenso, no qual Deus se dirige a cada um e ao próprio povo, tratando todos por “tu”. Também hoje podemos ler referidas a nós estas palavras, e cada um pode ouvir aquele “nunca te esquecerei” dirigido a si mesmo. Trata-se de palavras que enchem de consolação e confiança”.

LEIA A MENSAGEM COMPLETA DE LEÃO XIV AQUI.

De acordo com Leão XIV, estas “são a resposta a um sentimento angustiante que agita o coração: «O Senhor abandonou-me, o meu dono esqueceu-se de mim». Quantas vezes, na Sagrada Escritura, em particular nos Salmos, a oração nasce do desamparo de quem tem a impressão de que a sua vida não interessa a ninguém e é negligenciada! A dolorosa sensação de ser esquecido é, infelizmente, comum a muitas pessoas e, entre elas, não poucas são idosas”.

O Papa escreve na mensagem que “o amor de Deus, que, pelo contrário, não esquece ninguém, oferece-se como um ato de justiça e uma resposta ao anonimato, no qual, com demasiada frequência, a vida humana acaba por perder-se“. “Sobre a existência de muitos idosos, em particular, parece estender-se um véu que esbate as feições dos rostos e relega ao esquecimento. É o que acontece nas casas onde reina a solidão, e também naqueles asilos onde a singularidade de cada pessoa corre o risco de ser reduzida ao número da sua cama ou à sua patologia”, ressalta.

A Igreja é chamada a ser mãe de todos

“A celebração do Dia Mundial dos Avós e dos Idosos é uma oportunidade para redescobrir que a Igreja é chamada a ser mãe de todos e que é sempre possível, em qualquer idade, descobrir-se filhos e filhas de Deus. Que este Dia seja, portanto, um estímulo para todos, em particular os mais jovens, retomarem o bom hábito de visitar os seus avós, os idosos da família e também aqueles que não recebem nenhuma visita. Levai-lhes, com esta mensagem e com a vossa presença, a proximidade e o carinho do Papa. Fazei com que as palavras do profeta “Eu nunca te esquecerei” assumam a forma de um encontro terno e afetuoso. «Numa época que tende a acelerar e a fragmentar, a carne humana continua pedindo para ser cuidada e reconhecida por mãos capazes de ternura, por mentes atentas e por palavras bondosas. A cultura digital multiplica as conexões e oferece novas possibilidades de encontro; no entanto, o coração humano conserva uma necessidade inalienável de proximidade»”, escreve o Papa Leão, citando um trecho de sua Carta Encíclica Magnifica humanitas.

De acordo com Leão XIV, “a Igreja conhece o sofrimento dos seus filhos mais idosos, sabe bem que demasiadas vezes se olha para eles com preconceitos e são considerados um fardo; está ciente de que uma economia centrada no lucro enfraquece os laços familiares; sabe que muitos idosos são abandonados pelos filhos, obrigados a migrar ou, em alguns casos, a combater na guerra. Por todas estas razões, alegra-se em anunciar a promessa do Senhor: ‘Eu nunca te esquecerei!'”.

Idade avançada, momento oportuno para iniciar ou retomar a vida espiritual

Leão XIV recorda que “para muitos, a descoberta da ternura de Deus, no decorrer da vida, acontece precisamente na sua última etapa. Cada vez mais, na realidade, ao contrário do que acontecia no passado, é possível chegar à velhice sem ter tido uma verdadeira experiência de fé. Neste caso, a idade avançada, a partir das questões que nesta fase da vida se colocam com maior premência, pode tornar-se o momento oportuno para iniciar ou retomar a vida espiritual“. “A Deus, que se faz próximo e que aprendemos a reconhecer na sua ternura, podemos então dirigir-nos com confiança filial na oração. Nunca é tarde demais para a Ele nos começarmos a dirigir”, escreve o Papa.

Leão XIV ressalta que “um homem e uma mulher podem renascer na velhice e reconhecer, com o profeta: «A vossa salvação está na conversão e em terdes calma; a vossa força está em terdes confiança». Uma força que, para garantir a convivência humana, pode tornar-se convite a não recorrer aos caminhos da arrogância e do poder, mas aos caminhos da reconciliação e da verdadeira paz“. “Neste tempo, marcado de forma tão dura pela violência bélica e social, muitos questionam-se sobre como será o mundo em que crescerão os próprios netos. Exorto-vos, caríssimos, para que vos unais comigo numa incessante oração para que a paz chegue em breve a todo o mundo“, sublinha o Papa, agradecendo aos idosos por apoiá-lo com suas orações, especialmente com a oração do Terço. “Retribuo-o de coração, deixando-vos este desejo: que o Senhor nos renove sempre na fé, na esperança e na caridade, Ele que nunca se esquece de nós”, conclui.

Fonte: publicado no site vaticannews.va
Ainda dá tempo de se increver para participar da II Romaria Nacional dos Catequista. Leia abaixo a matéria publicada no site cnbb.org.br Os catequistas

Ainda dá tempo de se increver para participar da II Romaria Nacional dos Catequista. Leia abaixo a matéria publicada no site cnbb.org.br

Os catequistas de todo o Brasil têm até o dia 20 de junho para garantir participação na II Romaria Nacional de Catequistas pelo terceiro e último lote de inscrições. Promovido pela Comissão para a Animação Bíblico-Catequética, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), o encontro será realizado de 28 a 30 de agosto de 2026, no Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida, reunindo milhares de catequistas para momentos de formação, espiritualidade, celebração e partilha de experiências.

De acordo com a Comissão organizadora, o valor do terceiro lote é de R$ 550,00 e as inscrições permanecem abertas até 20 de junho, ou até o preenchimento total das vagas disponíveis. A organização alerta que as inscrições podem ser encerradas antes do prazo caso o limite de participantes seja atingido.

A programação terá como eixo central o tema do querigma e sua importância para a evangelização e para a catequese de inspiração catecumenal. O evento contará com conferências, oficinas temáticas, celebrações e momentos de convivência entre catequistas de diversas dioceses do país.

Entre os destaques estão as conferências ministradas por bispos e especialistas da área catequética. A abertura das atividades formativas será conduzida por dom Leomar Antônio Brustolin, com a reflexão “O Querigma: coração da evangelização”. Também estão previstas palestras sobre a presença do querigma na tradição da Igreja, os desafios contemporâneos da evangelização e a formação de comunidades missionárias.

As oficinas abordarão temas ligados à prática catequética, como catequese e cultura digital, renovação da comunidade pela Iniciação à Vida Cristã (IVC), formação de catequistas, coordenação da catequese, arte de presidir celebrações e catequese sacramental.

Outra novidade desta edição é a preparação de conteúdos práticos voltados à implementação da catequese de inspiração catecumenal. Em vídeo divulgado pela Assessoria de Comunicação da CNBB, dom Leomar destacou que especialistas estão organizando orientações concretas para ajudar dioceses e paróquias a fortalecerem esse modelo catequético em todo o país:

Durante o lançamento oficial da programação, a Comissão para a Animação Bíblico-Catequética também apresentou o hino da II Romaria Nacional de Catequistas, composto por Willian Damasceno, que animará os participantes durante o encontro.

A expectativa da organização é que a segunda edição da Romaria dê continuidade aos frutos da primeira experiência nacional, fortalecendo a formação dos catequistas e a implantação da catequese a serviço da Iniciação à Vida Cristã nas comunidades brasileiras.

A Igreja Católica vive, de 10 de janeiro de 2026 a 10 de janeiro de 2027, o Ano Jubilar Franciscano, proclamado pelo Papa Leão

A Igreja Católica vive, de 10 de janeiro de 2026 a 10 de janeiro de 2027, o Ano Jubilar Franciscano, proclamado pelo Papa Leão XIV em ocasião dos 800 anos do Trânsito de São Francisco de Assis, celebrado em 3 de outubro de 1226.

Na Arquidiocese de Vitória, os fiéis poderão participar deste tempo especial de graça por meio de peregrinações, celebrações e momentos de oração nas igrejas designadas como locais indulgenciários para o Ano Jubilar Franciscano.

O jubileu dá continuidade aos frutos espirituais do Jubileu Ordinário de 2025 e recorda importantes celebrações realizadas pela Família Franciscana nos últimos anos, como os 800 anos do Presépio de Greccio, do Cântico das Criaturas e das Chagas de São Francisco. Agora, em 2026, a Igreja volta o olhar para a passagem de São Francisco para a vida eterna, contemplando sua herança espiritual que continua atual e necessária para o mundo contemporâneo.

Segundo o decreto da Penitenciaria Apostólica, os fiéis poderão obter a Indulgência Plenária durante o Ano Jubilar, observando as condições habituais: confissão sacramental, comunhão eucarística e oração nas intenções do Santo Padre.

Na Arquidiocese de Vitória, temos a grande graça da presença franciscana, há muitos séculos, e algumas Paróquias colocadas sobre a proteção de São Francisco de Assis, sem contar inúmeras comunidades elesiais de base sob a intercessão do grande Santo.

“Venho convidar a todos a celebrar dignamente este Ano Jubilar Franciscano. Para isso indicamos os lugares específicos da família franciscana, bem como as Paróquias dedicadas a São Francisco de Assis. Que particularmente, a partir do segundo semestre de 2026, entre o mês de agosto a outubro, sejam intensificadas as iniciativas que favorecem as preregrinações e a possibilidade de alcançar as indulgências, de acordo com o sugerido Decreto Papal”, convidada Dom Ângelo.

Durante o Ano Jubilar Franciscano, os fiéis poderão peregrinar às seguintes igrejas:

Ordem dos Frades Menores

  • Convento Nossa Senhora da Penha, Vila Velha
  • Paróquia Nossa Senhora do Rosário, Vila Velha

Ordem dos Frades Menores Capuchinhos

  • Paróquia Santa Clara de Assis, Vila Bethânia, Cariacica

Paróquias da Arquidiocese

  • Paróquia São Francisco de Assis – Jardim da Penha, Vitória
  • Paróquia São Francisco de Assis – Itapuã, Vila Velha
  • Paróquia São Francisco de Assis – Porto de Santana, Cariacica
  • Paróquia São Francisco de Assis – São Francisco, Cariacica
  • Paróquia São Francisco de Assis – Laranjeiras, Serra

 

Nesses locais, os peregrinos poderão participar das celebrações jubilares e buscar as graças espirituais concedidas pela Igreja neste Ano Santo dedicado a São Francisco de Assis.

O arcebispo metropolitano de Vitória, Dom Ângelo Mezzari, RCJ, assinou no dia 04 de junho, a provisão que constitui o novo Colégio de Consultores

O arcebispo metropolitano de Vitória, Dom Ângelo Mezzari, RCJ, assinou no dia 04 de junho, a provisão que constitui o novo Colégio de Consultores da Arquidiocese de Vitória. O organismo é previsto pelo Código de Direito Canônico, no cânon 502, e é formado por sacerdotes escolhidos entre os membros do Conselho Presbiteral para auxiliar o arcebispo em questões de governo, administração e discernimento pastoral da Igreja Particular.

Para o período estabelecido na provisão, passam a integrar o Colégio de Consultores os seguintes sacerdotes:

  • Pe. Arthur Francisco Juliatti dos Santos, representate da Área Pastoral Benevente;

  • Pe. Hiller Stefanon Sezini, Vigário Judiciale Presidente do Tribunal Eclesiastico Interdiocesano e de Apelação de Vitória;

  • Pe. Ivo Ferreira Amorim, Vigário Geral;

  • Pe. Jorge Campos Ramos, Reitor do Seminário Nossa Senhora da Penha e Vigário Geral; 

  • Pe. Kremerson Giestas Dias, representante da Área Pastoral Cariacica/ Viana;

  • Pe. Paulo Régis Silvestre, Ecônomo, 

  • Pe. Renato Criste Covre, Cura da Catedral Metropolitana de Vitória e Pároco da paróquia Nossa Senhora da Vitória, bem como Secretário Geral do Regional Leste 3 / CNBB;

  • Pe. Zaelton da Costa Nascimento, representante dos Presbíteros.

O Colégio de Consultores exerce importantes funções previstas pela legislação canônica, colaborando com o arcebispo em matérias de especial relevância para a vida da Arquidiocese e assumindo atribuições específicas em situações determinadas pelo Direito Canônico.