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Remédio contra câncer de mama é considerado terapia inovadora

O medicamento Kisqali, usado para o tratamento do câncer de mama, obteve o estatuto de “terapia inovadora” pela FDA (Food and Drug Administration), uma agência federal do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos, responsável pela proteção e promoção da saúde pública através do controle e supervisão da segurança alimentar, suplementos dietéticos, prescrição de medicamentos, entre outros.

O anúncio foi feito nesta quarta-feira (03 de janeiro) pelo grupo farmacêutico suíço Novartis e representa uma esperança para milhões de mulheres que são acometidas pela doença, em especial os casos que ocorrem antes da menopausa, considerados o câncer mais mortal entre mulheres na faixa de 20 a 59 anos. Com esta qualificação de “terapia inovadora”, a partir de agora, o laboratório fabricante pode acelerar o desenvolvimento da medicação.

O estudo clínico de fase III Monaleesa-7 dedicado a essa droga, segundo o grupo farmacêutico, mostrou que, quando utilizado em combinação com terapia endócrina oral para pacientes com câncer de mama avançado HR+/HER2-, a medicação apresentou “eficácia superior” em relação a outras terapias.

A FDA concede o estatuto de “terapia inovadora” para acelerar o desenvolvimento e testes de novas drogas para doenças graves ou potencialmente mortais “se o tratamento demonstrar um avanço substancial em relação ao tratamento disponível em pelo menos um critério médico significativo”, indicou Novartis em sua declaração.

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