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Manter a fé na certeza de que o bem sempre vence

O silêncio marca a entrada  para a celebração da Paixão de Cristo e nos leva a refletir sobre os últimos momentos vividos por Jesus em sua vida terrena. Sua dor e seu sofrimento, que também é nosso, nos faz descobrir o sentido do sofrimento e de tantas mazelas que ainda existem no mundo.

Assim, a entrada do Arcebispo Dom Luiz Mancilha Vilela, o bispo auxiliar Dom Rubens Sevilha e o pároco da Catedral, pe. Renato Criste e os ministros foi feita neste clima de silêncio, culminando com a prostração dos bispos e do padre aos pés do altar. Prostrados diante de Jesus na cruz, a expressão máximo do amor.

Ao refletir, a partir do Evangelho, sobre os sofrimentos de Jesus motivados pelas injustiças daquela época, Dom Sevilha lembrou os sofrimentos de hoje: como as guerras, as perseguições aos cristãos, dos políticos brasileiros, que vendem o povo assim como Judas vendeu Jesus por 30 moedas de prata e também do sofrimento pelo qual o estado do Espírito Santo passou com a crise da segurança pública, na qual mais de 200 pessoas foram mortas.

Mas, apesar dos sofrimentos precisamos entender que a resposta de Deus nos dá a certeza de que não são o mal e a morte os vencedores. A vitória é a Ressurreição e a vida. Por isso, o bispo auxiliar finalizou dizendo que nenhum católico e nenhum cristão deve se deixar abater pelo pessimismo.

Durante a Celebração a comunidade rezou pelas intenções do Papa e da Igreja e os bispos despiram as vestes vermelhas diante de Jesus Crucificado e deram início à adoração da cruz, seguidos pelos fiéis.

A Igreja continua em silêncio, como respeito à lembrança desse momento, mesmo com a certeza de que Jesus já ressuscitou e está entre nós.

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