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Deus quer comunicar-se na pequenez dos diáconos

Os Diáconos Permanentes ordenados hoje na Catedral de Vitória fizeram a escolha de deitar no chão sem tapetes. Deitar no chão, enquanto se reza ou canta a ladainha invocando todos os santos, é sinal de entrega total a Deus. É comum que nesse momento seja colocado um tapete, mas, desta vez, os diáconos escolheram deitar-se no chão em sinal de entrega total a Deus para servir os irmãos nas suas realidades. Todos entoaram a invocação aos santos para que Deus os abençoasse e eles cumpram sua missão.

Chamados pelo nome e apresentados pelo pe. Arlindo, Diretor da Escola Diaconal, os 14 candidatos responderam livremente ao chamado, juraram fidelidades ao Arcebispo e à Igreja e receberam a imposição das mãos de Dom Luiz Mancilha, Arcebispo. Foram revestidos com a estola e a dalmática próprias do diácono e receberam o Evangelho como sinal de que agora são mensageiros da Boa Nova. As vestes foram entregues pelas esposas aos párocos que os auxiliaram a colocá-las.

Na homilia Dom Luiz relacionou a nova missão com a data que celebramos: Todos os santos e disse que todos somos chamados à santidade: os bispos, os sacerdotes, os diáconos e todos os batizados. Lembrou-os de que encontrarão dificuldades, mas as relações são o caminho da santidade. Lembrou-os que como homens da caridade deverão estar atentos para que a caridade não seja uma coisa teórica e pediu atenção para o Dia do Pobre que será celebrado no dia 19 de novembro. O Arcebispo falou ainda dos três vínculos que eles precisam manter: Com o bispo que preside a sua Igreja, com os presbítero que preside a sua comunidade e com suas esposas e família. “O diácono tem que empenhar-se para que sua família seja uma pequena igreja”, disse Dom Luiz e acrescentou “mesmo na nossa pequenez Deus quer comunicar-se através de nós. Não somos nós que comunicamos é Deus que se comunica”.

Ao final da cerimônia o Diácono Wander agradeceu a todos em nome do grupo e reafirmou que durante o caminhada na Escola Diaconal fortaleceram o sentimento da maturidade sobre o que a Igreja quer deles e que assumem o compromisso de dedicar-se ao serviço da caridade principalmente aos mais pobres.

Foram acolhidos pelo diácono Jeremias coordenador e foram abraçados por todos os diáconos permanentes presentes.

No final pe. Arlindo agradeceu a Dom Luiz por ter criado a escola diaconal e disse que esses gestos fez muito bem à Igreja, pois por onde passa escuta muitos elogios ao trabalho dos diáconos.

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